DPOaaS · RGPD · Governação de dados

Apoio independente e continuado para transformar privacidade em prática.

Para empresas, entidades públicas e organizações do setor social, o DPOaaS disponibiliza acompanhamento especializado para a função de Encarregado de Proteção de Dados (EPD/DPO), articulando obrigações, risco, processos, pessoas e evidências sem substituir as responsabilidades da organização.

Governação de privacidade, risco e conformidade apoiada por um serviço DPOaaS

O problema

Cumprir o RGPD exige continuidade, independência e capacidade para ligar regras à operação.

Inventários desatualizados, responsabilidades difusas, avaliações de impacto tardias e resposta reativa a pedidos ou incidentes fragilizam a proteção de dados. O serviço cria uma cadência proporcional ao risco e à realidade da organização.

O que estruturamos

Uma abordagem ligada à realidade da organização.

01

Aconselhamento e supervisão

Apoiar a interpretação e aplicação do RGPD, acompanhar prioridades e alertar para riscos ou desvios relevantes.

02

Governação e registos

Estruturar responsabilidades, registos de atividades, políticas, evidências e ciclos de revisão adequados.

03

Risco e avaliações de impacto

Apoiar triagem de risco, avaliações de impacto sobre a proteção de dados e acompanhamento das medidas definidas.

04

Direitos, incidentes e autoridade de controlo

Apoiar procedimentos para direitos dos titulares, violações de dados e cooperação com a autoridade de controlo, dentro do mandato acordado.

05

Designação externa e comunicação à CNPD

Estruturar a designação do EPD/DPO contratado externamente, publicar os contactos aplicáveis e preparar ou apoiar a comunicação individual à CNPD através do formulário próprio, mediante autorização da organização.

Método

Do contexto ao acompanhamento.

O âmbito concreto é ajustado à dimensão, maturidade, risco e capacidade interna.

  1. 01Compreender contexto, tratamentos e risco
  2. 02Clarificar mandato, independência e interlocutores
  3. 03Formalizar a designação e comunicação aplicáveis
  4. 04Acompanhar processos, pedidos e decisões
  5. 05Rever indicadores, evidências e melhoria

Resultados esperados

O que deve ficar melhor depois da intervenção.

  • Função e responsabilidades claramente delimitadas
  • Contactos publicados e comunicação à CNPD rastreável
  • Riscos e prioridades acompanhados
  • Processos de privacidade mais consistentes
  • Decisões e evidências rastreáveis

Limites claros

O que a intervenção não presume nem transfere.

  • O contrato de DPOaaS deve ser acompanhado da designação formal e da comunicação dos contactos exigida; o contrato isolado não substitui esses atos.
  • Compete ao responsável pelo tratamento ou subcontratante avaliar se existe obrigação de designar EPD/DPO.
  • A organização continua responsável pelas decisões, meios e obrigações que lhe cabem.
  • O mandato deve assegurar independência, acesso, recursos e ausência de conflitos de interesses.
  • O serviço não substitui aconselhamento jurídico especializado quando este seja necessário.

Próximo passo

Precisa de estruturar ou reforçar a função de proteção de dados?

Começamos por compreender o contexto, confirmar a necessidade e delimitar mandato, independência e prioridades.